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Sunday, April 29, 2012

MJ & Friends: Relato de um Fã.



Noite de sexta-feira, 25 de Junho de 1999. Eu estava em Londres, durante um programa de intercâmbio. Tinha acabado de pegar o meu lugar no ônibus rumo a Munique, cidade alemã onde Michael iria apresentar Michael Jackson & Friends. Estava enjoado - não a normal dor de cabeça e a vontade de vomitar, era ânsia. Sintomas normais para qualquer fã que está prestes a ver uma lenda em show.

Mas não estou falando de qualquer lenda, estou falando da lenda, a lenda que em tudo que toca, transforma em música, a lenda que em cada passo desafia a gravidade, a cada som emitido, uma música, o número um, o Rei, o único, meu ídolo, Michael Jackson. Eu não parava de pensar o quão sortudo eu era, justamente quando eu estava fazendo intercâmbio na Europa, o Michael marca uma apresentação totalmente inesperada, era o acontecimento que eu tinha esperado por 16 anos completos - tirando os 2 anos em que eu não conseguia falar. Quando eu soube da notícia através do fã-clube Inglês, eu não pensei duas vezes, comprei minha passagem para Munique; todos na minha família entendiam que esse era um acontecimento histórico para mim.

No ônibus, junto comigo, estavam cerca de 49 outros fãs. Tínhamos uma longa trajetória a percorrer, iríamos de Londres até Dover, onde atravessaríamos de balsa o Canal da Mancha. Em seguida chegaríamos no continente, especificadamente em Calais, na França, onde seguiríamos até a cidade alemã. Todo o percurso iria durar cerca de 12 horas.

A jornada começou tranqüila, tudo parecia perfeitamente sobre controle e a excitação já estava começando dentro do nosso "Michael-móvel". Mas a tranqüilidade não durou muito: enquanto estávamos atravessando o Canal da Mancha, um funcionário na balsa ouviu gritos de socorro de alguém que teria supostamente caído no mar e o alarme de emergência soou.

Os rumores dentro do barco era que tinham achado um corpo boiando no mar. A balsa começou a dar voltas e voltas a procura do corpo e ficamos nessa situação por seis horas. Nós começamos a nos convencer fisicamente e emocionalmente de que não iríamos mais ver o Michael Jackson em Munique. A atmosfera na balsa era terrível, sombria e triste; a excitação que tínhamos sentido no começo da viagem agora era uma memória distante.

De repente, sem aviso algum, o capitão anunciou que a emergência tinha acabado e que tudo não passava de um mal-entendido. A viagem iria prosseguir. Aplausos foram ouvidos em todo o barco. Chegamos no continente e começamos novamente nossa viagem no ônibus. Estávamos nos aproximando de Munique à velocidade da luz, o ônibus tremia de tanta excitação, apenas alguns minutos nos separavam da chegada do Michael. A fita do show de Dangerous estava passando na televisão, todos conversando sobre o Michael, tudo estava perfeito, até que... bem, até que o ônibus quebrou...

Mas nós estávamos lá, estávamos juntos, já tínhamos passado por um bocado de coisas e tínhamos esperanças de que tudo ia acabar bem! Afinal éramos fãs do Michael Jackson! Não tem outra palavra que nós não conhecemos melhor do que esperança! E lá se foram mais duas horas parados na estrada. Chegando em Munique, foi incrível. Toda a cidade parecia como se fosse um enorme reino do Michael. A cidade respirava Michael Jackson! Ele estava em todas as rádios, em todos os canais de televisão, em todos os jornais, nas ruas só se ouvia o nome dele, Munique na verdade era "Michaelândia"!

Ao chegarmos ao hotel, só tínhamos disposição de pegar nossos ingressos e ir para cama, afinal no dia seguinte quem quisesse ficar na frente do palco teria que acordar muito cedo. Alguns fãs foram acampar na frente do hotel do Michael, que já estava completamente tomado por outros fãs de toda parte do mundo e pela imprensa.

Era Domingo, dia do show. Meu parceiro de quarto me acordou as 5 horas da manhã, hora para pegar as coisas e correr para o estádio onde o show só iria começar as 5 horas da tarde. Chegamos no estádio às 6 horas, e ficamos na fila que já estava formada. Depois disso, nada interessante aconteceu, cantamos algumas músicas, conhecemos mais fãs de outras partes do mundo e esperamos. Por volta do meio-dia, os seguranças avisaram que os portões iriam ser abertos as doze e meia, foi ai que a coisa começou a melhorar.

Eu estava usando um passe que me permitia entrar no primeiro setor da platéia, onde eu ficaria muito perto do palco e eu não precisaria entrar na fila como o restante do pessoal e isso gerou muita inveja por parte de outros fãs que não o tinham. Eu percebia muita gente pronta para me agarrar e pegar meu passe. Mas inveja é uma coisa com que você tem que estar acostumado.
Eu não tinha idéia de como seria entrar no estádio, já tinha ido a outros shows em Londres, onde segurança e organização são prioridades; mas estávamos em Munique e o meu amigo disse que uma vez que aqueles portões fossem abertos o que prevalecia era a lei da selva, cada um por si e que nos separaríamos ali mesmo. Logo em seguida a fila começou a andar, e os portões foram abertos.

Meu coração batia a mil por hora, eu perdia todos os meus sentidos um por um ao ver que o portão se aproximava. Quando finalmente fui revistado, meu amigo estava do meu lado; foi aí que vi todo o cenário: centenas de pessoas correndo feito loucas. Nesse momento paralisei, virei um zumbi, eu estava chocado com aquilo. Depois o que me lembro é de meu amigo me puxando pelo braço e gritando "Corre, corre, corre, corre!...".

Foi quando acordei e percebi que estávamos numa guerra, estávamos numa selva, cada um por si. Meu amigo gritou "corre!" pela última vez e disparou em meio à multidão. Corri feito um alucinado. Para passar a idéia exata de como era o cenário, eu peço para que vocês, leitores, que se lembrem do vídeo "Brace Yourself" (incluido em todo home video do Michael): as cenas da multidão desesperada correndo para chegar na frente são verdadeiras . Só que na realidade é muito pior, eu tenho que apontar esse aspecto negativo do show, eu não sei se Michael está consciente disso, ou se é puramente culpa dos organizadores, mas o que fazem conosco (fãs) é crueldade.

Entre os portões e o estádio existe uma longa distância a se percorrer e já no meio do percurso existe um imenso funil, onde outros guardas revistavam as pessoas uma por uma. Esse foi o ponto alto da crueldade, um funil com centenas de pessoas se espremendo para passar, só haviam 4 seguranças. Eu olhei para o meu lado direito e ouvia pessoas chorando, umas por agonia do aperto, outras por ter se machucado, outras ainda perdidas, haviam crianças no meio e em vez de se ouvir o nome do Michael só os gritos e choros. Olhei à minha esquerda e me encontro com o meu amigo, ele me disse que tinha perdido os óculos, o relógio e sua bolsa. Depois eu virei novamente e ele não estava mais lá.

Lógico que mais cedo ou mais tarde o funil iria ser arrebentado pela multidão e foi o que aconteceu. Os guardas ainda tentaram conter, mas foi em vão, continuamos correndo, pessoas derrubavam as outras, outras caiam por si próprias. O estádio de Munique é praticamente enterrado no solo. Quando você entra nele, você não sobe, você tem que descer uma enorme escadaria e novamente cenas de pessoas tropeçando e caindo eram constantes:we:. Com cuidado, consegui descer toda a escada e correr para a etapa final, o gramado.

Ainda correndo, consegui entrar no famoso "Snake pit", o lugar onde as pessoas ficam em frente ao palco. Em ordem de não ser esmagadas pelo pessoal de trás tentando chegar na frente, os organizadores criaram uma barreira separando as primeiras pessoas das ultimas. Uma pessoa que consegue entrar no "Snake Pit" consegue ver o Michael apenas a alguns metros de distância e se for preciso ir ao banheiro, eles te dão um passe te permite voltar ao mesmo lugar em que estava. Em outras palavras, o melhor lugar de todo o estádio.

Passado o sufoco da correria, eu não conseguia acreditar que eu iria ver o Michael apenas a alguns poucos metros de mim. Eu olhava em volta e via franceses, espanhóis, ingleses, italianos, japoneses, alemães, americanos, holandeses, sulafricanos, incrível, todo o mundo unido em uma só língua, Michael Jackson! Eram 1:30 da tarde, só faltavam três horas e meia para os convidados começarem a se apresentar. Eram 5:30 quando os Scorpionsabriram o show. Notei que havia uma garota segurando uma bandeira familiar: verde, amarela, com um circulo azul e no meio escrito "Ordem e Progresso". Eu pensava que eu era o único brasileiro em meio à 70 mil pessoas, mas logo descobri que éramos dois: eu e Danielle.

Os convidados foram se apresentando um por um, eram 8:30 da noite, já faziam 14 horas que eu estava em pé e não tinha comido quase nada no café, olhei para Danielle e estávamos exaustos, o próximo a se apresentar era Andrea Bocceli, eu até que estava feliz que finalmente algum artista de qualidade subiria ao palco, afinal foram 2 performances seguidas de Boyzone e All Saints.

Apesar de todo o cansaço, a oportunidade de ver Michael nos fazia resistir. Um apresentador alemão entra no palco e começa a falar em alemão, eu não entendia nada, estava totalmente cansado, com fome e morrendo de vontade de ir ao banheiro, mas do nada todo o estádio começa a gritar, eu não entendia o porque, até que...
Ele entra no palco, eu repito, ele entra no palco, minha nossa, minha primeira visão do meu ídolo: Michael Jackson; eu entrei em nirvana. O cara que eu tenho acompanhado minha vida toda através de uma televisão finalmente estava na minha frente a apenas poucos metros de mim.

Ele estava fantástico, usava óculos escuros, uma jaqueta azul marinho com milhões de pedrinhas brilhantes no ombro. Minha primeira visão do Michael ao vivo, era impossível escutar o que ele dizia, as 70 mil pessoas não deixavam. E logo após ele deixou o palco. Eu estava em êxtase, isso serviria de combustível para as próximas 3 horas, quando o veríamos de novo.

Mais duas apresentações tinham acabado, e era a vez do todo poderoso Michael Jackson. Todas as caixas de som estavam a toda potência, o barulho da multidão era como um vulcão entrando em erupção, o palco está todo esfumaçado, todos na multidão gritam "We want Michael!" e a fumaça vai se dissipando, até que a espera termina. Lá está ele, totalmente paralisado como no começo do "Medley" que cantou no MTV Music Awards 1995. Ele não precisa se mover, não precisa falar, só a presença dele era o suficiente para explodir o estádio.


E ele começa o "Medley". Nossa eu tinha uma idéia que Michael dançava muito bem, mas quando você o vê ao vivo... ele dança muito bem! Durante "Medley" ele cantou "Jam", "The Way you Make me Feel", "Black or White" e "Billie Jean". Eu pensei que nunca ia vê-lo dançar "Billie Jean" ao vivo, já vizilhões de vezes através de uma tela, mas ao vivo era diferente; vê-lo colocar o chapéu na cabeça e começar a dançar foi incrível, eu tinha que pedir para que Danielle me beliscasse para saber que tudo aquilo era real; quando ele fez o Moonwalk, eu ajoelhei e agradeci a Deus por estar lá. Foi fantástico!

Sabia todas as letras de todas as músicas que ele cantava, mas ficava calado. Eu queria ouvi-lo cantar. No meio de "Black or White", Slash entra em cena tocando sua guitarra, era demais, Slash é o máximo! O "Medley" chega ao fim, eu já estou com os joelhos tremendo e a mão suando, mas nada poderia me preparar para o próximo ato. "Dangerous", com uma coreografia totalmente diferente! Esqueça MTV Music Awards e as apresentações daHIStory World Tour. Essa nova versão é absolutamente fantástica: roupas diferentes, a musica está diferente, os passos, tudo! Ele leva todos ao delírio.

Logo em seguida ele começa a cantar "Earth Song", ele não só canta e dança, mas também representa. A apresentação é muito bonita, eu adoro aquela música. Já no meio da apresentação uma ponte surge na frente do palco, ninguém sabe ao certo o que Michael vai fazer com aquela ponte, mas lá está ela. No fim aprendi que aquela ponte se chama "A ponte sem retorno", uma vez que você atravessa para a alegria de um lugar melhor, você nunca vai retornar.

Mas voltando a apresentação, Michael começa a atravessar a ponte, enquanto ele corre, explosões seguem seus passos, apenas centímetros separam as explosões de sua perna, ao chegar no topo da ponte, Michael ergue os braços e de repente o topo da ponte começa a ser elevado enquanto que as "pernas" da ponte são separadas. Os seguranças de Michael parecem preocupados e sem aviso nenhum o topo despenca do alto e para quem estava perto do palco se ouve um estrondo, e dá para ver Michael dizendo "ooooooochhhh" (o equivalente ao "ai" de dor).

O topo tinha freios de emergência que obviamente entraram em ação, Michael pousou abaixo do nível do palco, agora você só conseguia ver a metade do corpo dele. Ele parece não ter sofrido nada grave, há correria atras do palco, Michael parece confuso sem saber o que fazer, atrás dele o show continua, tudo parece normal. Alguém corre no palco para ajudar Michael a sair da ponte, mas ele consegue fazer isso sozinho. Ele sobe de volta ao palco e continua com a apresentação, mesmo ferido e com dor ele continua com todo o show como se nada tivesse acontecido. Só quem estava perto do palco notou tudo isso acontecer, para o restante do público isso foi apenas parte do espetáculo. Mesmo sofrendo, com a mãos sangrando um pouco, Michael continuou a música até o fim, sem errar, nem mesmo trocar as letras: isso é que eu chamo de profissionalismo!

Michael se retira do palco, eu achei que ele ia parar o show, afinal ele é Michael Jackson, o artista mais valioso do planeta, era mais do que justo que ele parasse, afinal ele estava ferido. Mas isso não aconteceu, Michael volta ao palco para terminar sua ultima música: "You Are Not Alone". Uma garota tinha sido escolhida para subir ao palco, mas por razões óbvias, ela é colocada de volta na platéia. Essa era a última música, o fim dessa aventura emocionante que foi Michael Jackson and Friends. Para mim, uma experiência inesquecível, fiquei em pé quase 14 horas para ver Michael se apresentar durante 30 minutos, mas valeu a pena cada segundo. O sentimento do estádio era de alegria, alguns estavam preocupados por conta do acidente mas no geral, todos estavam alegres.

O maior talento de Michael não é dançar como ninguém, ou cantar unicamente, ou escrever músicas incríveis como só ele faz. O maior talento deste homem extraordinário que eu tenho como ídolo é trazer alegria às pessoas, seja em sua música, seja dançando, ou fazendo caridade. Michael tem esse dom de alegrar pessoas, trazer felicidade, e naquela noite foi o que ele fez para 70 mil pessoas no estádio e para milhões que foram beneficiadas com as rendas do projeto.

E quanto a mim? Bem, eu não realizei o meu maior sonho de conhecê-lo, nem de dizer obrigado por sua música, mas eu sei que coisas vem com o tempo, esperei 16 anos por aquele momento, e todas as minhas expectativas foram cumpridas. Voltei para o hotel, encontrei com o meu amigo, que além de se divertir muito, conseguiu conhecer o Michael. Me despedi da Danielle, e segui o meu caminho, rezando para que um dia eu cruze com Michael Jackson. 

por Kevin Corcino

Tuesday, February 14, 2012

Thriller LIVE' a obra de um grande FÃ

 









 
Adrian Grant começou como fã e hoje é o produtor do mais celebrado show tributo à Michael



O show tributo à Michael Jackson - "Thriller Live", já foi realizado e assistido em 22 países por milhões de fãs desde a sua criação em 2006, e sua popularidade só aumentou desde que Michael Jackson morreu, com muitos fãs desesperados para conseguir uma sensação de como um de seus shows era.

Thriller Live é uma ideia de Adrian Grant, um homem que começou como um fã de Jackson e se tornou um dos confidentes mais próximos dele: - "Tudo começou com a minha revista de fãs 'Off the Wall' que eu criei em 1988", disse Adrian.

- "Michael viu a revista e adorou, e convidou-me para Los Angeles em 1990 quando ele estava gravando seu álbum Dangerous, e tudo virou uma bola de neve desse dia em diante:

-"Como um fã, foi muito surreal, e estar no estúdio de gravação e vê-lo no trabalho foi um privilégio. Ele estava brincando e se divertindo muito e, ao final do dia, ele me convidou a voltar para o rancho Neverland para escrever uma entrevista, e o Rancho era um lugar mágico. Foi uma loucura, mas realmente fantástico".

- "Para mim foi uma experiência irreal, mas para Michael Jackson era a realidade, como a sua guarda de segurança."

Ao longo dos anos, Adrian teve acesso ao mundo de Michael Jackson, trabalhando com ele durante o álbum HIStory, em turnês mundiais, fotografias e vídeos, entrevistas exclusivas, almoços, jantares e muito mais.
Michael Jackson pessoalmente reconheceu o trabalho de Adrian muitas vezes, e em 1998 concedeu uma entrevista exclusiva para Adrian seu terceiro livro, fazendo história.

- "Fiquei muito feliz por chegar à entrevistá-lo. Michael confiava em mim, éramos amigos, e ele me falou de coisas pessoais, bem como a sua carreira. Ele se acostumou a me ver por perto", disse Adrian.

Após a produção de sua revista, Adrian começou a organizar shows tributo anuais a Michael Jackson no início dos anos 1990, e tendo muito interesse por eles, Jackson participou da décima mostra em 2001.

-"Nós estávamos muito nervosos, pois era a primeira vez que ele havia chegado e havia milhares de fãs lá", disse Adrian. "Tivemos que construir uma tenda especial na lateral do palco para que ele pudesse assistir ao show sem ser assediado".

-"Ele veio logo após o show e me disse que era uma homenagem linda e incrível. Foi um grande elogio. Isso se tornou minha maior inspiração para fazer o show 'Thriller Live', porque eu percebi que poderia ser um show que agradasse a todos, não apenas os fãs."




Assim, em 2006, 'Thriller Live' foi inaugurado no West End em Londres. Agora a série está em uma turnê pelo Reino Unido, visitando HM Teatro, Aberdeen, a partir de maio.

- "Nós criamos um projeto como um concerto, como uma celebração da música de Michael. Não é um show de representação ", disse Adrian. "É uma produção com mais de 20 artistas. É uma viagem musical através da vida de Michael de I Want You Back através de Thriller, Bad e Black or White. É um show de duas horas e meia. Poderia até ser o dobro do tempo com todo o material que Michael possui."

- "Montar o Casting foi o maior desafio. Apesar de não querer passar por Michael, precisávamos de alguém que tevesse o seu alcance, para viver o seu papel."

- "Começamos com um rapaz, e depois uma mulher que cantava as músicas mais sexy e então o rock de Michael em Beat It e Dirty Diana, e uma dançarina que faz o moonwalk, e outros ícones que se movem muito bem. "

Adrian disse que tem certeza de 'This Is It' teria sido o melhor show de Michael Jackson até o momento, e sentiu que era apropriada para atualizar Thriller Live, quando Michael morreu.

- "Ele estava sempre procurando melhorar a si próprio, o seu melhor trabalho ainda estava por vir e eu acho que teria sido provado com This is It", disse ele.

- "No nosso show, quando ele morreu, nós sentimos que Thriller Live tornou-se ainda mais que uma homenagem, mas uma comemoração, então agora nós vamos até a sua última gravação. Nós também prestamos uma homenagem a ele verbalmente no show, e nós declaramos o nosso respeito a ele, todas as noites."

Adrian disse que está ansioso para retomar o show na cidade de Aberdeen onde ele nasceu, com um dos seus colegas - original do 'Michael Jackson Fã-Clube' - ainda vive na cidade. Não há dúvida porém, que muitas pessoas vão ter a oportunidade de ver um show de classe mundial à sua porta, na pequena cidade.


- "Eu acho que as pessoas sabem que não podem mais vê-lo agora, por isso querem ver o que ele deixou, sua obra de música e dança", disse Adrian.

- "Michael estava pensando em vir para ver o show em 2009, quando ele estivesse aqui para a tourné de This Is It. Ele estava pensando em vir vestido assim disfarçado, para ninguém reconhecê-lo, e é tão triste saber que ele nunca teve essa chance."

Thriller Live estrá no HM Teatro de Aberdeen a partir de segunda-feira 16 de maio, até sábado 21 de maio. Para comprar ingressos ou obter mais informações, ligue para - 01224 641122 ou visite o site oficial - Clique aqui
 

Fotos - Livros sobre Michael, publicados por Adrian e capas da Revista 'Off the Wall'

Sunday, February 5, 2012

Nós somos Michael Jacksonm - Por Franziska Neurieder

“Só quero dizer: aos fãs de cada canto da Terra, de cada nacionalidade, de cada raça, de cada língua – Eu amo vocês do fundo do meu coração. Vocês sabem, obrigado pelo amor, apoio, e compreensão durante esses tempos difíceis. Eu gostaria muito de agradecer por suas preces e pela boa vontade…”
- Michael Jackson, 29 de Março de 2005.
***
NÓS somos Michael Jackson


Durantes os dias, as semanas e os meses que se seguiram após Michael ter deixado este mundo, eu continuo me perguntando por quê essa perda doi tanto. Por que a morte de um homem com quem nunca falei pessoalmente virou o meu mundo de cabeça para baixo? Por que não consegui dormir tantas noites seguidas? Por que fiquei num estado de completa negação por vários meses? Por que eu ainda choro quando alguém menciona o seu nome ou quando algo faz com que eu me lembre dele (até mesmo a lua cheia, que me faz lembrar o Moonwalker)?
Sim, eu amo a música dele, e ela significa muito para mim. Sua maneira de expressar toda a sua alma musicalmente, seja com a ajuda de letras ou através da dança, sempre me tocou muito e fazia-me sentir em casa, me trazia segurança. Para mim, Michael sempre estava lá, independentemente da distância. Não importava onde eu estivesse, o quão longe da família e dos amigos, ele estava sempre comigo. Não importava o quão solitária ou abandonada eu me sentisse, o Michael estava sempre lá. Sua música e sua voz sempre me ofereciam um paraíso seguro.
O mero pensamento de saber que ele estava em algum lugar lá fora, me fazia sentir próxima dele e me dava esperança e força para viver num mundo que, com certeza, nem sempre se parece com Neverland. Com sua humanidade e gentileza, ele era um bom exemplo para mim. Suas vulnerabilidade e fraqueza me permitiram aceitar a verdade e a importância da minha própria fragilidade.
Ao longo dos anos, conheci muitas pessoas que se sentiam assim também e sempre era um prazer compartilhar essas experiências e emoções com elas. E mais: eu pude compartilhar sua mensagem de amor e amizade mais do que era possível com os outros, aqueles que não o compreendiam da maneira que eu achava que o compreendia. Eu realmente “não estava sozinha”.
E depois, houve as raras ocasiões em que tive a honra de vê-lo pessoalmente. Fosse um show ou alguma de suas aparições, (apesar de todo o caos) era sempre uma experiência mágica. Estar perto do homem que influenciou a minha vida de uma forma tão duradoura me fazia sentir como se eu tirasse férias da realidade, como se, por algumas horas ou dias, aquilo se tornasse a coisa mais importante da minha vida que recebia toda a minha atenção. E, sim, às vezes, ver o Michael na janela de um hotel, ou no palco, ou até mesmo em seu carro, fazia com que eu me sentisse mais forte, como se a mera presença dele preenchesse todo o meu ser. Perto dele, eu me sentia bem comigo mesma.


Então, como é viver num mundo sem ele? É como se tivessem tirado as cores dessa terra, como se a única força que me protegia desse “mundo cruel” fosse repentinamente tomada de mim. Mas o que exatamente eu perdi? Perdi um mentor. Alguém que me fez ver que o mundo é um bom lugar para se estar, alguém que me mostrou que isso é, sim, possível com um pouco de fé e confiança. Eu perdi um amigo que me mostrava quanta alegria e felicidade um simples ser pode trazer, o quão importante é nunca parar de sonhar. Perdi um guia que esteve ao meu lado durante anos, nos bons e maus momentos. Eu me sinto como uma árvore que acabou de perder um de seus principais galhos e agora está completamente sem equilíbrio e privada de uma parte essencial. E agora, tenho medo de que, se tentar aceitar a sua morte, se tentar conviver com isso, eu acabe traindo de alguma forma a sua memória. Às vezes parece que a única forma de lembrar e amar adequadamente é sofrer.
Estar em luto é como viver numa escada em espiral que começa com a morte do Michael. Vou passar por essa data e por essa lembrança várias e várias vezes, e a cada vez que isso acontecer, mais tempo vai ter passado, mais experiências terão acontecido, e eu vou crescendo um pouco mais  “sábia”. Então, como posso guardá-lo no meu coração e, ao mesmo tempo, diminuir o sofrimento? O que eu faço com a ferida que ficou no lugar do galho?
Talvez eu tenha que fazer como a árvore – deixar crescer um novo galho. Não importa quão pequeno, quão fraco, quão desimportante ou insuficiente este galho possa parecer no início, ele estará lá, com certeza. Não acredito que fomos feitos para sofrer, por isso, acho que não DEVE ser um simples galho. Talvez eu devesse me permitir olhar para ele. Ele não substituirá o Michael de forma alguma, mas, enquanto o tempo passa, é algo que cresce daquela ferida.
O que poderia ser para mim? Talvez eu devesse me esforçar em perder o medo deste grande e assustador mundo, e tentar ver mais as coisas da forma que ele via. Isso é o que ele tentou nos ensinar de todas as maneiras. Então, por que simplesmente não arriscar e tentar? Por que não tentar viver, SER o que eu mais admirava nele? Ser mais humano, ser mais atencioso, mais caridoso, doar mais, receber menos ou simplesmente: ser mais amoroso! Michael sempre foi um grande professor e eu realmente acredito que ele iria gostar muito se eu, se todos NÓS enfim seguíssemos o seu caminho. Podemos não chegar à sua genialidade, mas esse não é exatamente o nosso objetivo.
O objetivo é simplesmente tentar fazer isso, nunca deixar de tentar, nunca deixar de dançar o sonho do Michael. É através da gente que ele continua vivo. Através das nossas palavras, dos nossos atos, do nosso amor. Agora nós somos de verdade os únicos que podem fazer do mundo um lugar melhor. Não perdemos o Michael! Ele está aqui, talvez mais perto do que nunca. “Michael Jackson” não é mais apenas um homem, ele é um conceito, um exemplo, uma ideia. NÓS somos Michael Jackson! Não há mais necessidade de tristeza, não precisamos nos desesperar! Perdemos um mensageiro, mas não a mensagem. Perdemos um amante, não o amor em si! Este mundo precisa muito da mensagem dele e nós somos os únicos que continuarão a vivê-la. Porque Nós Somos O Mundo!


- Por Franziska Neurieder.

E não se esqueça, it’s all for L.O.V.E, it’s all about L.O.V.E

Créditos: MJ Fotos e Fatos

Saturday, February 4, 2012

Videografia Michael Jackson

1979 - Don't Stop Til You Get Enough (Off the Wall)



O videoclipe de "Don't Stop 'Til You Get Enough" foi dirigido por Nick Saxton e fez sua estreia mundial em 1979. Diferente do material produzido por Jackson nos anos posteriores, "Don't Stop 'Til You Get Enough" não tem nada de inovador, sendo um típico clipe de música disco. A grande atração do clipe é o sorriso e espontaneidade de Michael, além de seu smoking e o efeito de triplicação da imagem.
Diretor: Nick Saxton.


1980 - She's Out of My Life (Off the Wall)



Um video foi feito para promover a canção. O video mostra Jackson cantando sentado em um banco, com efeitos similares ao clipe de Rock with You.
No clipe Michael mostra uma sensibilidade incrível e ele mesmo diz que o choro durante a gravação foi completamente verdadeiro.
 Nas palavras dele: "Nesse caso, a história é verdadeira - eu chorei no final de um ensaio, porque as palavras de repente teveram um efeito tão forte sobre mim. Cheguei aos 21 anos de idade, onde eu era tão rico em algumas experiências enquanto eu era tão pobre em momentos de verdadeira alegria."
Diretor: Bruce Gowers

1979 - Rock With You (Off The Wall)


O vídeo foi dirigido por Bruce Gowers. O visual de Jackson, cheio de brilho, está característico da era Disco. Jackson canta e dança com um enorme sorriso a canção enquanto luzes verdes são projetadas do fundo da imagem, se misturando e fazendos diferentes formas. O cantor Usher usou esse mesmo efeito no seu clipe Yeah!, mas as luzes eram azuis.
Diretor: Bruce Gowers

1983 Billie Jean (Thriller)



Michael aparece como uma mágica misteriosa em uma espécie de cidade espacial. Foi um histórico clipe por muitos motivos.O curta-metragem de "Billie Jean" é considerado o video que levou a MTV, um canal de música relativamente novo e desconhecido, a se tornar um dos canais mais famosos do mundo. Foi o primeiro videoclipe de um artista negro a ser exibido no canal, que antes dava mais foco ao rock. Dirigido por Steve Barron, no vídeo, Jackson é perseguido por um paparazzo que tenta flagrá-lo, mas mesmo quando consegue a imagem não se concretiza nas fotos. Jackson caminha pelas ruas e por onde passa, o local se ilumina e muda, como se ele fosse um ser mágico. O visual de Jackson no video era imitado por várias pessoas na época, as imagens do vídeo não tinham relação com a letra da música. Foi também notável pelo belo improviso de coreografia realizado por Michael. Custou $150,000.
Diretor: Steve Barron.

1983 - Thriller (Thriller)


Influenciado pelo sucesso dos vídeos de "Billie Jean" e "Beat It", Michael resolveu convidar o cineasta John Landis para dirigir o clipe. O videoclipe se inicia com um prólogo no qual está uma frase atribuída a Michael Jackson que na época era Testemunha de Jeová: "Due to my strong personal convictions, I wish to stress that this film in no way endorses a belief in the occult.'" (em português: "'Em função de minhas fortes convicções pessoais, quero enfatizar que este filme de forma alguma endossa uma crença no oculto'").
O enredo começa com Michael e sua namorada (Ola Ray) passeando até que a gasolina do carro acaba. Os dois vão caminhar por uma mata até que Jackson a pede em noivado. Ela aceita e ele então resolve contar a ela um segredo. Entretanto, antes que Jackson consiga falar, uma lua cheia aparece no céu e ele se transforma em um terrível lobisomem. Depois de uma perseguição pela floresta, a cena se abre e percebe-se que a história na verdade era um filme chamado Thriller e estrelado por Vincent Price. Assustada, a namorada de Jackson sai do cinema e ele a segue. Na rua, Michael canta boa parte da canção. Os dois passam em frente a um cemitério e zumbis começam a sair de suas covas. Eles seguem o casal, que se vê cercado por eles. De repente, Michael também se transforma em zumbi. Começa aí uma sequência de danças complexas que dura boa parte do vídeo. Logo depois Michael se une aos zumbis e continua a perseguir sua namorada. Cercada por eles, ela acorda e percebe que tudo foi um sonho. Michael então vai levá-la para o quarto, mas quando ele vira o rosto para trás vê-se que os olhos deles ficaram amarelos, assim como os do lobisomem no começo do filme.
A repercussão foi tanta que gerou uma fita cassete chamada Making Michael Jackson's Thriller, onde além de incluir a versão completa do vídeo ainda inclui o making-of. A fita vendeu 9 milhões de cópias e entrou para o Guiness como o vídeo mais bem sucedido do mundo, até ser superado pelo filme Titanic em 1997.
Esse videoclipe na verdade é uma sátira a todos os filmes de terror e uma metáfora para a imaginação. O vídeo de Thriller, sem dúvidas é uma das marcas registradas de Michael e sua coreografia ficou tão famosa quanto o moonwalk ou a solitária luvinha branca. Thriller é mais um vídeo do que uma canção. Seu vídeo se mantém atual e interessante até os dias de hoje. Prova disso são as constantes referências feitas a ele pelo cinema, pela televisão e até em outras canções e videoclipes. Filmes como "O Retorno dos Mortos Vivos, Parte II" ou "De Repente 30" mostram de forma clara sua referência ao vídeo. Algumas séries de TV como "South Park", "The Simpsons" e iCarly também tiveram Thriller com o referência em alguns de seus episódios. Na área musical, os exemplos mais notáveis são os DJs Bob Sinclair e Fatboy Slim e as bandas Fall Out Boy e Alien Ant Farm. E na área do videoclipe Thriler serviu de inspiração para a banda Gorillaz, o cantor Chris Brown e na última década para a cantora Britney Spears. 
Diretor: John Landis.

1983 - Beat It (Thriller)


Foi um filme contra a violência, Michael acaba com uma luta entre duas gangues rivais e lidera uma sequencia de dança. Este clipe revolucionou os videos por pela primeira vez em videoclipes ser utilizado a técnica de deixar além da música, naturais sons de fundo, e a astrondosa coreografia. Michael pedia para um grande número de gangues de Los Angeles para ajudá-lo a realizar um sonho, fazer paz atravéz da dança. Michael escreveu em MOONWALK aquela gangue que era "muito doce" e "apenas pediam para ficar assistindo".
Michael tem uma breve passagem como lider de gangue nesse clipe.
O videoclipe de "Beat It" foi dirigido por Bob Giraldi e recebeu vários prêmios como o American Music Awards, Billboard Video Awards, The Black Gold Awards, além de ser introduzido no Music Video Producer's Hall of Fame. A coreografia foi a primeira em que Jackson aparece dançando na frente com vários dançarinos repetindo seus movimentos, algo que se tornou marca registrada em suas performaces. Entre os dançarinos há cerca de 80 membros de gangues de verdade. A jaqueta de couro vermelha cheia de zípers utilizada por Michael ficou marcada como ícone da moda e se tornou objeto de desejo e inspiração.
Diretor: Bob Giraldi.

1983 - Say Say Say (with Paul McCartney; Pipes of Peace)


O clipe apresenta Michael e Paul McCartney como dois show mans; O clipe teve participações de Linda McCartney, Ice-T e La Toya Jackson, Say, Say, Say foi filmado no rancho Neverland 4 anos antes de Michael compra-lo, aliás foi durante esta filmagem que Michael se apaixonou pelo lugar. 
Diretor: Bob Giraldi.

1985 - We Are The World (We Are The World)


Uma performance em video dos Estados Unidos para África. A música foi co-escrita por Michael e Lionel Richie e fortaleceu o crescimento de alguns países da África. A música ganhou como música do ano no Grammy de 1985. A realização da gravação foi realizada em conjunto com um all-star (seleção de estrelas) e foi um show beneficiente para ajudar os famintos e os doentes. Asimm como os direitos do single os direitos do vídeoclipe também foram doados para instituições de caridade da África, resultando em mais de 60 milhões de dólares enviados para nações Africanas.
Diretor: Quincy Jones

Vocalistas principais (por ordem de aparição)




1987 - BAD (BAD)

 

Este short film, foi filmado nas ruas e no metrô de Nova York, o videoclip de Bad tem 18 minutos e foi escrito pelo roteirista Richard Price e dirigido pelo mestre da sétima arte: Martin Scorsese, seu lançamento sofreu com o perfeccionismo de Michael: 2.2 milhões de dólares, está na sétima posição entre os video clipes mais caros da história. No curta, Michael é um rapaz chamado Daryl, que acaba de concluir com sucesso o ano em uma escola privada e regressa para sua cidade natal em um metrô. Na cidade, Daryl é recebido por seus antigos amigos e passa a noite com eles. Logo, os amigo de Daryl percebem que ele não é mais "mau" e resolvem trazer o velho amigo de volta. Eles tentam obrigar Daryl a roubar novamente, mas Daryl agora tem princípios e se recusa, o que acaba gerando desentendimento entre eles. Mesmo assim Daryl leva todos a uma estação de metrô abandonada e tenta assaltar um idoso. Entretanto, é nessa hora que o melhor amigo de Daryl, Mini Max interpretado por Wesley Snipes lhe diz que ele não é mais "mau". Após essa cena, o vídeo (que era preto e branco) ganha cores, e Daryl agora está vestido como punk e ele canta e coreografa a música Bad. A cena muda de volta para preto e branco e agora Daryl está sozinho. Mini Max foi o primeiro papel de destaque para o ator Wesley Snipes na televisão.
Diretor: Martin Scorsese

1987 - The Way You Make Me Feel (BAD)


O videoclipe de "The Way You Make Me Feel" mostra Michael perseguindo uma mulher (a atriz Tatiana Thumbtzen) por uma rua escura. Durante o vídeo, Michael, além de cantar a música, realiza uma sequência de danças complexas.. LaToya aparece como figurante.
Diretor: Joe Pytka.

1988 - Man in the Mirror (BAD)


Novamente Michael usa sua música e tenta chamar a atenção do mundo nesta produção não tão cara. Imagens de crianças passando fome na Etiopia e também com momentos e personagens históricos como John Lennon, Martin Luther King Jr., e Madre Teresa. Há também uma outra versão para o filme Moonwalker onde mostra uma linda e emocionante performance de Michael cantando a música Ao Vivo.
Diretor: Don Wilson.

1988 - Another Part of Me (BAD)



O videoclipe oficial da música, dirigido por Patrick Kelly, na verdade é uma edição de duas performances de Michael: uma em Paris e outra em Londres no Wembley Stadium ambas durante a Bad World Tour.
Diretor: Patrick Kelly

1988 - Come Together (HIStory)


Come Together é uma música que juntamente com o clipe foi divulgada no filme Moonwalker em 1988 (a última música interpretada no filme), ela é uma regravação da música dos Beatles. Apesar desta divulgação em 1988 a música só foi lançada no álbum HIStory.
Diretores: Jerry Kramer & Colin Chilvers


1988 - Dirty Diana (BAD)


Michael faz a performance deste clipe em um show, enterage o modo de ser de "Diana".
Michael disse que esse som é sobre uma experiência: "alguma coisa que experimentei e alguém que tem crescido em uma estrada".
O videoclipe de "Dirty Diana" nada mais é que uma simulação de performance ao vivo da música em 1988. No vídeo também há cenas de uma mulher caminhando, posteriormente revelou ser a cantora Sheryl Crow, backvocal de Michael durante a turnê Bad.
(Em dado momento durante a apresentação da BAD Tour em Londres, Michael ficou constrangido em antar a música, pois algumas pessoas poderiam achar que a Diana da canção seria a Princesa Diana. Porém em uma conversa a própria Princesa pediu para que Michael cantasse a música em seu show, pois era uma das favoritas dela!)
Diretor: Joe Pytka


1988 - Speed Demon (BAD)


Este clipe é realmente um marco. O videoclipe de "Speed Demon2 aparece no filme Moonwalker, estrelado por Jackson em 1988. O video foi dirigido por Will Vinton. No vídeo Jackson transforma-se no coelho Spike, para tentar escapar do assédio de seus fãs. Ele ainda transforma-se em várias celebridades como Sylvester Stallone, Tina Turner e Pee-wee Herman. No final Jackson e o coelho dançam, um desafiando o outro. Logo depois um policial (interpretado por Clancy Brown) diz que ele está em uma zona em que é "proibido dançar a là Jackson". Sarcasticamente o policial pede um autógrafo a Jackson na multa. Os críticos observaram que o clipe é uma sátira a vida de Jackson, suas tranformações no video dizem respeito as plásticas, e o coelho Spike é seu próprio ego.
Diretor Colin Chilvers.



1989 - Leave Me Alone (BAD)


O videoclipe de "Leave Me Alone" foi dirigido por Jim Blashfield e ganhou um Grammy por melhor videoclipe no Grammy Awards 1990. O vídeo também foi destaque no longa Moonwalker. Em essência, o vídeo retrata a carreira bem sucedida de Michael fazendo sempre uma referência a um parque de diversões. No vídeo, Michael faz alusão a diversos boatos inventados pelos tablóides sobre ele, como por exemplo, a notícia de que ele teria comprado os ossos do Homem Elefante, ou que ele dormiria em uma camera hiperbárica para retardar o envelhecimento. Ele faz duras criticas a forma como os tablóides expõe sua vida de maneira distorcida e pede que os mesmos o deixe em paz. No final, Michael se levanta e destrói o parque construido em torno de si.
Diretores: Jim Blashfield (Animador) e Paul Diener



1989 - Liberian Girl (BAD)



Um número realivamente grande de amigos famosos fazem participação como figurantes desse clipe, onde Michael representa um diretor de filmagem filmando-os para o clipe enquanto eles o procuravam pelo estúdio.
Este vídeo clipe foi uma forma de Jackson homenagear seus grandes amigos. As celebridades cujos nomes aparecem no vídeo são, tal como listadas nos créditos finais:
  • Beverly Johnson
  • Malcolm-Jamal Warner
  • Sherman Hemsley
  • Brigitte Nielsen
  • Paula Abdul
  • Carl Weathers
  • Whoopi Goldberg
  • Quincy Jones
  • Jackie Collins
  • Amy Irving
  • Jasmine Guy
  • Rosanna Arquette
  • Billy Dee Williams
  • Lou Diamond Phillips
  • Olivia Newton-John
  • John Travolta
  • Corey Feldman
  • Steven Spielberg
  • Debbie Gibson
  • Rick Schroder
  • Blair Underwood
  • "Weird Al" Yankovic
  • Bubbles
  • Suzanne Somers
  • Lou Ferrigno
  • Don King e filho
  • Mayim Bialik
  • Virginia Madsen
  • David Copperfield
  • Richard e Emily Dreyfuss
  • Danny Glover
  • Olivia Hussey
  • Dan Aykroyd
  • Steve Guttenberg
Diretor: Jim Yukich




1991 - Black Or White (Dangerous)



Sinopse
Os primeiros minutos do vídeo apresenta uma versão estendida da música que introduz Black or White, onde um jovem garoto, interpretado pelo então astro-mirim Macaulay Culkin, ouvia a música em alto volume, até ser reclamado por seu pai furioso (George Wendt), que exige que ele desligue o som. O garoto resolve passar por cima das ordens do pai e de luvas, óculos escuros e guitarra na mão, toca poucos acordes com o instrumento, que levado em alta potência, fazem os vidros da casa se quebrarem e manda seu pai para a África. Lá ele encontra Michael, que começa a cantar a música, passando por vários lugares no mundo. No final do vídeo passam várias pessoas de várias raças se transformando uma na outra através do efeito morfo, inédito na época. Terminada a canção, uma pantera sai dos estúdios. Depois disso a pantera se transforma em Jackson. Segue uma sequência passada em um beco escuro de Nova York, onde Michael realiza alguns passos complexos de dança e destrói mensagens racistas pichadas num carro e nas ruas. Por fim, ele vira novamente uma pantera e foge. No final mostra o Personagem Bart dos Simpsons como fâ de Michael Jackson assistindo o clipe. Participações especiais: Macaulay
Culkin e George Wendt. Diretor John Landis e co-coreografo Vince Patterson.

Polêmica
O videoclipe foi exibido simultaneamente nos canais MTV, BET, VH1 e FOX e em todo o resto do mundo. No Brasil o vídeo foi exibido no programa semanal Fantástico, da Rede Globo. Assim que o vídeo acabou, a reação foi a mesma em todos os cantos do mundo. Todos ficaram chocados com os quatro minutos finais do vídeo. Na sequência, Michael dançava até que em determinado momento ele quebra uma garrafa de vidro e em seguida estraçalha um carro parado na rua usando apenas um pé-de-cabra. Depois, ainda quebra algumas janelas e em um acesso de fúria rasga a própria roupa.
O trecho foi considerado bastante violento e a polêmica novamente armada pela mídia fez Michael ir a público para pedir perdão pelo vídeo. Michael resolveu cortar os quatro minutos finais do vídeo, para os canais de TV. Em seu comunicado oficial ele afirmou:
"Entristece-me pensar que 'Black or White' poderia influenciar qualquer criança ou adulto a ter um comportamento destrutivo. Eu sempre tentei ser um bom exemplo e, portanto, fiz estas mudanças para evitar qualquer possibilidade de, inadvertidamente, afetar o comportamento de qualquer indivíduo."
Mesmo assim a versão sem cortes ainda foi exibida pela MTV americana entre 01:00 e 04:00 horas, entretanto, Michael determinou que a exibição fosse suspendida.
Para fazer a violência exibida justificável, o vídeo foi alterado digitalmente e mensagens racistas foram adicionadas nas coisas quebradas pelo astro, como: "KKK regras" na vidraça da loja, "Hitler vive" na janela do carro, a suástica, "Não sentem seus traseiros molhados aqui" e "Negros(Nigger que refere-se ao sentido pejorativo da palavra) voltem para casa" no para-brisas, frases dita por racistas americanos na década de 1920 quando um negro sentava em uma cadeira de ônibus e quando desejava que os mesmos voltassem para a África. Muitos ainda criticaram a forma como Michael se comporta no vídeo, acusando-o de expor sua sensualidade, principalmente na cena onde ele fecha o zíper da calça depois de fazer movimentos considerados obcenos na época, alguns interpretaram como um ato de masturbação.
Há também agulmas homenagens a cultura pop americana, como na dança sobre o bueiro, onde Jackson homenageia a famosa cena de Marilyn Monroe no filme O Pecado Mora ao Lado, e também a cena onde ele sapateia sobre a calçada molhada, lembrando bastante as cenas de Gene Kelly no filme Cantando na Chuva. No final há uma referência a série animada de TV Os Simpsons, da qual Michael era fã assumido.
O segredo para transformar Michael em pantera foi talvez a única "polêmica positiva" do vídeo, o efeito morfo foi usado pela primeira vez na TV.
Black or White foi incluido em todos os DVD's de clipes que Jackson lançou posteriormente, inclusive o mais bem sucedido dele, o Number Ones, de 2003.
Diretor: John Landis

1992 - Remember The Time (Dangerous)


O videoclipe de "Remember the Time" foi dirigido pelo melhor diretor da época, John Singleton e teve um aprimorada produção, assim como de outros vídeos de Jackson. Passado no Egito antigo, o video inclui, além de efeitos especiais e presença de celebridades como Eddie Murphy e Magic Johnson, uma complexa sequência de dança, que acabou se tornando a base de todos os outros vídeos de Dangerous. Pela primeira vez em toda sua carreira, Jackson deu um beijo na boca em público.
O jogador Magic Johnson pouco tempo antes havia sido diagnosticado como portador do vírus da AIDS e por este motivo Michael insistiu que ele deveria participar do clipe, como mais uma forma de dizer não ao preconceito e mostrar à Magic que ele ainda teria todo apoio de seus amigos e admiradores, incluindo claro, Michael Jackson.
Diretor: John Singleton




1992 - In The Closet (Dangerous)


Com participação da super modelo Naomi Campbell, o videoclipe de tal música é um dos mais sensuais da carreira de Michael. O clipe se passa em um deserto onde Michael e Naomi através da dança fazem gestos sensuais provocantes um ao outro. Em dado momento do clipe Michael aparece somente em uma sombra dançando impecávelmente
Diretor: Herb Ritts



1992 - Jam (Dangerous)


O videoclipe de "Jam" se destaca dos demais vídeos do cantor por apresentar a estrela do basquete americano da NBA, Michael Jordan. No vídeo, Jordan joga basquete com Jackson e depois tenta ensinar a ele alguns lances do jogo. Em uma versão estendida do vídeo, a uma sequência onde Jackson ensina a Jordan alguns passos de dança, principalmente o Moonwalk. A sequência completa do videoclipe encontra-se no DVD Dangerous - The Short Films.
Diretores: Michael Jackson and David Kellog.

1992 - Heal the World (Dangerous)


Mais um dos marcos na carreira e na obra social de Michael, o videoclipe da canção Heal The World mostra imagens de crianças ao redor do mundo em camas de hospitais ou vivendo em condições subhumanas, imagens de países em guerra e crianças "tentando" manter sua infância brincando entre tanques e homens fortemente armados. É mais uma vez Michael levantando sua voz para que o mundo veja que é necessário fazer algo pelos necessitados, pelas crianças ao redor do mundo. É um clipe onde Michael não aparece, porém a sua mensagem é passada de uma forma realmente emocionante.
Diretor: Joe Pytka.



1993 - Who Is It (Dangerous)


O vídeo da música "Who Is It" foi dirigido por David Fincher. O vídeo está definido em um neo-cromo Blade Runner-como a paisagem, onde as superfícies refletem a luz e denotam luxo em todo seu esplendor. Vemos Michael Jackson sofrendo, como um solitário, chegando à conclusão de que sua namorada o está traindo. Ele encontra um cartão de platina com o nome 'Alex' aparentemente confirmando que ela está enganando-o. Conforme o vídeo avança, ficamos a saber que a namorada está a trabalhar para um bilionário de uma agência secreta de prostitutas. Onde a namorada de Jackson tem sua identidade e aparência visual alterada regularmente, geralmente entre os clientes, confirmando que ela é uma prostituta de alta classe. Isso revela que o nome 'Alex' no cartão encontrado por Michael é um de seus pseudônimos. A garota sente que algo está errado, desafia seus observadores e corre de volta para casa de Jackson para encontrá-lo. Lá, ela encontra o assistente de Jackson na porta, que se recusa a deixá-la entrar e revela que MJ já sabe de toda a verdade e foi embora. Devastada, ela é forçada a voltar atrás a se submeter á empregados cruéis e continuar como uma prostituta de alta classe. O vídeo termina com a ex-namorada sendo preparados para outro cliente, enquanto Michael tenta dormir em um jato. Durante o vídeo, um rosto estranho que parece um fantasma aparece nos ambientes onde MJ se encontra, algo que lembra o mistéiroso poder mágico de Jackson no video Billie Jean.
A outra versão do Vídeo, mais curta, que apresenta cenas de Videoclipes antigos do Michael (Smooth Criminal, Thriller, Beat It, Remember the Time, Bad, Jam, The Way You Make Me Feel entre outros videos aparecem no clipe) e performances ao vivo (Esta versão só foi veiculada nos
Director: David Fincher.

1993 Will You Be There (Dangerous)


Existem duas versões do clipe, um mostra ele próprio cantando a canção tendo como fundo as imagens do filme Free Willy. E a outra mostra imagens do Michael na Dangerous World Tour e na apresentação da MTV. Os vídeos foram ao ar em maio de 1993 e foram dirigidos por Vincent Paterson e produzido por Joel Gallen e Leonhardt Ute.
Diretor: Vincent Peterson.

1993 - Give In To Me (Dangerous)




No curta de "Give in to Me", Michael aparece como se fosse membro de uma banda de rock. No video, além de Slash, outros membros do Guns N' Roses aparecem, como Gilby Clarke e Teddy Andreadis. A última cena mostra um volt escorrendo sobre o corpo de Michael e Slash, um efeito não intencional que foi deixado, por uma última vez antes de desaparecer. De acordo com Jackson - quando foi entrevistado por Oprah Winfrey - foi filmado em apenas cerca de 2 horas na Alemanha no final de agosto de 1992. A pirotecnia que aparecem no vídeo são gerados por computador e foram adicionados mais tarde.
Diretor: Andy Morahan.

1993 - Gone Too Soon (Dangerous)




Michael dedicou a música e também o clipe ao garoto Ryan White, garoto que sofreu em diversas situações de preconceito após ser diagnosticado coo portador do vírus da AIDS após uma transfusão de sangue, o que não época, pela tamanha falta de informação as pessoas achavam que seriam contaminadas apenas por conviver com um soro positivo.
No videoclipe aparecem diversas imagens de Ryan, sempre muito sorridente ou concentrado em seus estudos. O clipe também conta com uma cena onde Michael e Rayan aparecem andando e conversando em um lindo parque. É também um dos clipes que marcam e demonstram a preocupação de Michael em usar sua música para ir contra o preconceito.
Diretor: Bill DiCicco.

1995 - Scream (HIStory)





Um videoclipe de 4:46 minutos foi produzido para promover a canção. Consta no Guinness World Records que esse videoclipe foi o mais caro da história da música. Orçado em cerca de US$ 7 milhões, a despesa vai de US$600.000 o custo de 11 dias a gravação; U$S 175.000 nas luzes; U$S 80.000 gastos no telão;US$40.000 na coreografia; U$S 53.000 nas guitarras Gibson e entre outras despesas foram gastos U$S 5.000.000 nos 11 cenários. O vídeo foi dirigido por Mark Romanek, a história consiste em uma sequência em preto-branco de Jackson e Janet dentro de uma nave espacial vagando pelo espaço. Sozinhos, fugindo da Terra, eles se divertem e relaxavam ao mesmo tempo em que brincam com a ausência da gravidade. É uma referência a reabilitação dos famosos e a fuga da imprensa. O vídeo tem notável influência dos animes japoneses, que vão desde o figurino e ambientação até as expressões físicas dos cantores. Personagens do anime Zillion fizeram parte por alguns segundos do video musical. A conceituada revista Rolling Stones classificou o vídeo como "Contemporâneo e de grande fascínio". O vídeo foi lançado na TV durante uma entrevista concedida por Michael e Lisa Marie Presley, esposa do astro na época, a jornalista Diane Sawyer.
Diretor: Mark Romanek

1995 - Childhood (HIStory)



O vídeo foi dirigido por Nicholas Brandt (também diretor dos clipes Earth Song e Stranger In Moscow). No videoclipe da canção, Michael está em uma floresta, mais precisamente sentado em um toco de árvore, vestindo roupas que lembram as vestes de crianças pobres. A câmera se desloca das árvores para o céu onde crianças navegam em navios que flutuam entre as nuvens rumo a lua. A temática é baseada no conto de Peter Pan. A história faz uma referência a imaginação das crianças que as permitem voar, e Michael como perdeu sua infância não consegue. O vídeo foi ambientado no Sequoia National Park, nos arredores da cidade de Los Angeles, estado da Califórnia. O vídeo de Childhood tem 4:27 minutos e é completamente diferente do estilo de clips que consagrou Michael, porém não deixa de ser interessante. No vídeo não aparece nenhuma sequência de dança, fato que ele repetiria mais tarde no videoclipe de You Are Not Alone. O elenco conta com participações dos atores mirins do filme Free Willy 2, Jason James Richter e Francis Capra.
Director: Nicholas Brandt.

1995 - You Are Not Alone (HIStory)




O videoclipe da canção foi dirigido por Wayne Isham e começa com muitos paparazzi fotografando Michael. Em muitas cenas há a presença de Lisa Marie Presley, esposa de Michael na época, em cenas de semi-nudez e extrema intimidade. Não foi apresentada nenhuma sequência de dança no vídeo, algo atípico nos vídeos de Jackson. Lisa Marie, anos depois, afirmou em uma entrevista que se arrepende amargamente de ter feito o vídeo. Há uma edição estendida desse clipe lançada no HIStory on Film, Volume II, onde Michael aparece com um par de asas de anjo. Esse efeito foi planejado para ser lançado na edição comercializada, mas não foi finalizada a tempo do lançamento do vídeo, então só foi possivel vê-la dois anos depois, no lançamento da compilação de vídeos.
Diretor: Wayne Isham

1995 - Earth Song (HIStory)



O video foi dirigido pelo fotógrafo Nick Brandt, e contava com vários efeitos especiais. O videoclipe se passa em 4 lugares diferentes do Planeta: Na Floresta Amazônica, com nativos da região, em uma zona de guerra na Croácia, com os moradores da área, na Tanzânia, que incorporou as cenas da caça ilegal de elefantes com suas presas de marfin arrancadas. E em Warwick, Nova Iorque, onde um incêndio florestal foi simulado em um campo de milho (onde Jackson aparece). O clipe termina com um pedido de doações para a Fundação Heal The World. Um dos mais belos vídeoclipes da carreira do Rei do Pop, Earth Song foi transmitido mundialmente exceto para os Estados Unidos. Foi considerado o melhor clipe de Michael, segundo o Top 40 especial Michael Jackson MTV.
Diretor: Nicholas Brandt




1996 They don´t care about Us (HIStory)

Versão no Brasil


O vídeo foi produzido por Spike Lee em Salvador, no Pelourinho e na Favela Santa Marta, no Rio de Janeiro. Produzir o videoclipe de They Don't Care About Us não foi uma tarefa fácil. As autoridades da época não queriam que o vídeo fosse gravado, pois temiam que denunciasse a pobreza dos locais e as falhas dos governos. Já os moradores dos locais ficaram felizes em receber o cantor. Outra polêmica é que o diretor Spike Lee teve que negociar com os traficantes da favela Santa Marta para garantir a segurança do astro. O governo criticou muito essa decisão e Lee, em resposta, disse que a polícia não tinha poder suficiente para garantir a segurança de Jackson. O vídeo conta com a parceria do grupo baiano Olodum, que ajudou a música a ficar com uma cara mais brasileira, introduzindo o Axé Music na canção.
O clipe fez com que as Olímpiadas não fossem no Brasil: mas também trouxe vários benefícios para os moreadores da favela e para o Olodum. 

Versão em prisão


Michael Jackson produziu uma segunda versão para o videoclipe. Tinha, como cenário, uma prisão estadunidense. A versão carcerária do vídeo foi gravada em estúdios de Nova Iorque no final de Fevereiro, após Michael ter visitado o Brasil. Esta versão é menos conhecida no mundo todo. A MTV estadunidense baniu a versão na sua grade normal devido à violência exposta no vídeo. A VH1 e a MTV só tinham permissão para transmitir o videoclipe após às nove horas da noite.
Diretor: Spike Lee.

1996 Ghosts (Blood on the Dance Floor: History in the Mix)


O videoclipe da música foi tirado de uma sequência de imagens do curta "Michael Jackson's Ghosts", produzido e encenado por Michael. O próprio clipe serviu para enriquecer a tese da imprensa de que Jackson tentava repetir Thriller.

O videoclipe do remix da música mostra uma mulher utilizando óculos de realidade virtual, onde ela "vai" para uma balada, na qual são exibidos vídeos e performaces de Michael. Os vídeos que são exibidos no Clipe são: "In The Closet", "Don't Stop Til' You Get Enough", "Scream/Childhood", "Black or White", "Jam", "Remember The Time", "Earth Song", "Man In The Mirror", partes da Bad World Tour e Dangerous World Tour e do Curta-Metragem "Ghosts". Um videoclipe mais elaborado da música seria gravado, porém isto não aconteceu porque Michael estava em turnê e não pôde comparecer às filmagens do clipe.
Diretor: Stan Winston


1996 - Stranger in Moscow (HIStory)


O vídeo da canção mostra Jackson e mais cinco personagens vivendo uma vida de solidão na capital russa. Moscow foi escolhida como palco do vídeo por ser uma cidade silenciosa, ou como Michael mesmo disse, "Uma cidade onde mesmo estando no meio da rua, você ainda está sozinho". Mas apesar disso o vídeo foi gravado num estúdio, onde depois foi inserido o cenário da cidade. Os efeitos especiais aparecem em câmera lenta, como as aves e vespas voando, ou o café derramando sob a mesa. No final do vídeo, todos os personagens "lavam a alma" com uma chuva que cai sobre a cidade.

2001 - You Rock My World  (Invicible)


Dirigido por Paul Hunter, foi lançado em setembro de 2001. Envolvente, o clipe faz lembrar bastante as produções do astro nos anos 80, em especial os vídeos da era Bad, onde ele estava em seu maior auge. Nele, Michael e Chris Tucker estão jantando em um restaurante japonês quano são atraídos por uma jovem bonita até o cassino de um hotel. Nele, Michael inicia uma disputa com um mafioso do local (vivido por ninguém menos que Marlon Brando) pela moça.
O vídeo fez um homenagem a Marlon Brando, amigo pessoal de Jackson. Na sequência inicial aparece o letreiro com o nome do hotel, de nome "Waterfront Hotel", nome do mesmo filme que consagrou Marlon.
You Rock My World foi exibido na Europa, Ásia, África e Oceania no dia 21 de setembro de 2001. Devido aos atentados de 11 de setembro de 2001 o vídeo só foi exibido na América no dia 26 de setembro do mesmo ano. O clipe ganhou um NAACP Image Award de Melhor Video Musical em 2002, e foi votado pelos leitores da Billboard como o quarto melhor videoclipe dos anos 2000.
Foi o último vídeo lançado por Michael em vida.

2001 - Cry (Invicible)



O vídeo de Cry foi dirigido por Nicholas Brandt, que tinha trabalhado com Michael em três vídeos do álbum HIStory: Earth Song, Childhood e Stranger in Moscow. Michael recusou-se a fazer o clipe, devido a sua briga com a Sony. O vídeo então foi lançado sem a participação de Michael. A montagem de cenas foi no estilo de Man in the Mirror e Heal The World, no qual Jackson não aparece.
A produção do videoclipe de Cry escolheu seis locais diferentes dos Estados Unidos para filmagem. Em Squaw Valley, 400 pessoas foram chamadas, já em Mare Island Bridge, na Califórnia foi preciso ajuda policial para parar o tráfego na ponte, por um período de 6 horas. Outros locais para a gravação do clipe foram em São Francisco, na praia de Pescadero onde participaram mais de 150 figurantes. A Floresta Nacional de Redwood localizada em San Mateo também foi um cenário organizado por uma equipe de 75 pessoas entre produtores e técnicos.
Diretor: Nicholas Brandt

Lançados após 2009

2003 / 2010 - One More Chance (Invicible)


A gravação seria nos estúdios CMX. O conceito do vídeo seria simples. No vídeo Michael atuaria debaixo do palco, e o público seria quem ocuparia esse lugar, se bem que não tem correlação com o tema da canção, tem haver com a vida de Michael, que sempre foi invadida pela imprensa.
Na realidade, Michael tinha que fazer uma apresentação por contrato, para a CBS, então, buscou a maneira mais fácil de fazer uma atuação e algo que funcionaria também, como um vídeo. Então a câmera seguiria Michael em todo o momento, para dar a sensação de ser AO VIVO, ao invés de fazer cortes e mostrar cenas diferentes.
Cinco câmeras o seguiam todo o tempo. A produção contava com pouco tempo, e além disso, orçamento apertado. De fato, a equipe só teve um dia se ensaio com Michael. Michael se apresentou nos estúdios, mostrou a Nick como seria a coreografia, e por onde se movimentaria, nas mesas que subiria, para que estivessem bem iluminadas, e isso foi tudo. Foi uma questão de três ou quatro horas. Ainda sim, Michael sabia o que faria, e não era um novato nessa área.
No entanto, seu empresário nesse momento Dieter Wiesner, conta outra história. Diz que Michael não estava satisfeito com o projeto, principalmente por causa do baixo orçamento.
Conta que na verdade, a idéia de Michael não estava completamente “concluída”, já que ele queria algo maior. Também relata que quando Michael viu o estúdio, disse que parecia o estúdio de Smooth Criminal. Mas ainda sim, fez o que tinha que fazer.
O video seria lançado em 2003, porém um dia depois da gravação das cenas políciais invadiram o Rancho Neverland, começando assim o martírio de Michael para provar sua inocência sobre a acusação de molestar um garoto. Por este motivo todos os planos de lançamento do vídeo foram cancelados. Sendo somente retormados pelos administradores dos negócios de Jackson em 2010 após o falecimento do Rei do Pop.
Diretor: Nick Brandt

2010 - Hold My Hand (Michael)



Lançado em 2010 o clipe é muito emocionante, começa com algumas vozes dizendo: Obrigada Michael, Nós te amamos Michael. Dirigido por Mark Pellington, para canção que começou a ser gravada em 2007 e foi o primeiro single do álbum póstumo Michael, o videoclipe chama atenção por utilizar várias referências ao ídolo que revolucionou esse formato audiovisual e fez dele algo imprescindível para o sucesso de um artista, de uma música e de um disco, mas peca em quase não mostrá-lo no vídeo.
A escolha do diretor Mark Pellington é mostrar pessoas dando as mãos e confraternizando umas com as outras, bem de acordo com a letra da canção: “This life don’t last forever (hold my hand) / So tell me what we’re waitin for (hold my hand) / Better of being together (hold my hand) / Than being miserable alone (hold my hand)” (“Essa vida não dura para sempre (segure minha mão) / Então me diga o que nós estamos esperando (segure minha mão) / Melhor viver junto (segure minha mão) / Do que ser infeliz sozinho (segure minha mão)”. Nesse aspecto, o que é indiscutível no videoclipe é a qualidade do registro de imagens extremamente belas, numa edição caprichada e calcada bem em cima do ritmo da música, obedecendo aos seus climas mais intensos e suaves.
A primeira referência a Michael Jackson em “Hold My Hand” é a possível sombra dele dançando numa imensa parede. A partir daí, são mostradas algumas imagens do rei do pop durante shows, fazendo gestos que o consagraram, e referências projetadas em várias crianças, que dançam e se vestem como ele e têm o pôster do álbum Thriller no quarto. Outras referências aparecem na luva que ele costumava utilizar, no desenho de seu rosto num muro e na fotografia dele segurando uma criança. São interessantes as sequências em que os garotos parecem dançar com o astro.
No final, quando a música já terminou, escuta-se o som ambiente e a sombra de alguém pisando na água em cima da estrela do artista na Calçada da Fama. Essa é uma referência às sequências finais do videoclipe “Black Or White” (1991), dirigido por John Landis (o mesmo de “Thriller”), quando uma pantera se transforma no artista, que dança na rua. A estreia desse videoclipe aconteceu simultaneamente em 27 países, com audiência de 500 milhões de telespectadores, tornando-se a produção mais vista até então. Outra curiosidade desse videoclipe é que foi durante as gravações dele que Michael Jackson conheceu o astro mirim Macaulay Culkin, que faz uma participação especial na produção e se tornou um de seus melhores amigos
O cineasta norte-americano Mark Pellington já dirigiu videoclipes muito mais originais e criativos do que “Hold My Hand”, sempre primando pela qualidade primorosa do registro das imagens e da edição. Entre eles, está a versão mais famosa do videoclipe “One” (1991), do U2, que mostra o título da canção em várias línguas e imagens de flores e búfalos correndo em câmera lenta, em preto e branco e meio enevoadas. Essa produção bastante experimental foi recusada pela banda irlandesa que não a considerou boa para a divulgação do single.
É uma pena que “Hold My Hand” seja um videoclipe tão convencional e pouco criativo diante de um manancial de imagens deixadas por Michael Jackson e dos exemplos de produções póstumas de outros grandes artistas. O diretor Mark Pellington parece ter optado por deixar de lado o experimentalismo manifestado em outros de seus videoclipes e valorizar o aspecto mais comercial. Com isso, ele realizou uma produção que pouco acrescenta à obra do rei do pop e à história do formato audiovisual que ele ajudou a transformar em algo fundamental na música no último quarto do século XX.
Diretor: Mark Pellington


2010 - Hollywood Tonight (Michael)


O videoclipe da música "Hollywood Tonight" foi filmado em fevereiro de 2011. A maior surpresa para os fãs de Jackson foi a introdução da batida de "Billie Jean", de 1982, à melodia, o que gerou críticas severas. O enredo de "Hollywood Tonight" traça o percurso de uma jovem que chega a Hollywood saída de uma pequena cidade americana para seguir o seu sonho de ser uma estrela. Embora sua ambição seja se tornar uma dançarina reconhecida, a história dela representa a luta de cada artista ou músico para que seu trabalho seja reconhecido no mundo.
Wayne Isham, que dirigiu o vídeo de Jackson "You Are Not Alone", retorna a um dos locais onde ele filmou com o artista em 1995 - o Teatro Pantages, perto da esquina famosa de Hollywood e Vine, que serviu como um farol para pessoas atraídas pelo sonho de estrelato. No novo vídeo, o Teatro Pantages é mais uma vez o cenário para um clipe do cantor, mas desta vez o lado de fora do teatro é que ganha o destaque para uma "flash mob" de dança. As cenas foram filmadas em frente ao Pantages Theatre.
A dançarina que participa do clipe é a Francesa Sofia Boutella
Diretor: Wayne Isham

2011 - Behinf The Mask (Michael)


Lançado em 14 de junho de 2011, o vídeo foi produzido apenas com imagens dos fãs do cantor, que aparecem imitando as coreografias imortalizadas por Jackson, fantasiados como o ídolo ou dublando a música. Vídeos que foram gravados e enviados pelos prórpios fãs.
O vídeo contou com a participação de 15 mil vídeos, 1.500 fãs vindo de mais de 103 países.
Dennis Liu, diretor do vídeo, disse para a revista Wired que o clipe reflete toda a obra do Michael e, como ela, mostra como a música pode unir as pessoas.

Diretor: Dennis Liu

Outros com participação do Michael:

1993 - Whatzupwitu (Love's Alright de Eddie Murphy)




Dirigido por Wayne Isham, foi um vídeo inspirado na arte da capa do disco, com elementos de animação, que aparecem na tela enquanto Eddie e Michael cantam a música. Foi votado em um concurso da MTV como o terceiro pior videoclipe em 1999.
Diretor: Wayne Isham

1989 - 2300 Jackson Street (2300 Jackson Street)


 A música que faz parte do último álbum de estúdio lançado pelo Grupo The Jacksons têm como clipe a família Jackson onde todos os filhos de Katherine e Joseph Jackson cantam partes da canção. O clipe mostra a imensa família desfrutando de um dia particularmente feliz. Apesar do nome da música fazer referencia a antiga moradia da família (eles moravam em uma rua chamada Jackson no número 2300 em Gary estado de Indiana) as gravações foram feitas na então residencia de Tito, um dos irmãos mais velhos de Michael.
Diretor: Grey Gold

2003 - What More Can I Give


Mais uma vez preocupado com a situação dos povos em torno do mundo Michael escreve mais uma canção. Desta vez em apoio aos parentes das vítimas dos atentados de 11 de Setembro. O single não chegou a ser lançado oficialmente devido as brigas entre Michael e o executivo da Sony Tommy Montola.
O vídeo clipe foi apresentado no Radio Music Awards de 2003 e conta com participações de um time seleto de estrelas. O clipe mostra imagens dos artistas durante a gravação da música, e é muito interessante por que mostra em algumas partes Michael como produtor, atrás da mesa de mixagem do estúdio dando instruções aos cantores.
A canção contou também com uma versão em Espanhol, porém esta não têm versão em videoclipe.

Abaixo as participações no vídeo em inglês e na música em espanhol:


ArtistAppears on English versionAppears on Spanish version
3LWYesNo
Carter, AaronAaron CarterYesNo
Sanz, AlejandroAlejandro SanzNoYes
AnastaciaYesYes
BeyoncéYesNo
Gilman, BillyBilly GilmanYesNo
McKnight, BrianBrian McKnightYesYes
James, BrytonBryton JamesYesNo
Santana, CarlosCarlos SantanaYesYes
Dion, CelineCeline DionYesYes
Castro, CristianCristian CastroNoYes
Estefan, GloriaGloria EstefanYesYes
HansonYesNo
Secada, JonJon SecadaYesYes
Enriquez, JoyJoy EnriquezNoYes
Gabriel, JuanJuan GabrielNoYes
Iglesias, JulioJulio IglesiasNoYes
Timberlake, JustinJustin TimberlakeYesYes
Pausini, LauraLaura PausiniNoYes
Miguel, LuisLuis MiguelNoYes
Vandross, LutherLuther VandrossYesYes
Carey, MariahMariah CareyYesYes
McCary, MichaelMichael McCaryYesNo
Jackson, MichaelMichael JacksonYesYes
MýaYesYes
*NSYNCYesYes
Carter, NickNick CarterYesNo
Tañón, OlgaOlga TañónNoYes
McEntire, RebaReba McEntireYesNo
Martin, RickyRicky MartinYesYes
Blades, RubénRubén BladesNoYes
ShakiraYesYes
Stockman, ShawnShawn StockmanYesNo
ThalíaYesYes
Petty, TomTom PettyYesNo
UsherYesNo
Marley, ZiggyZiggy MarleyYesNo

2011 - All In Your Name


A canção que é um dueto entre Barry Gibb vocalista do grupo Bee Gees. A música foi gravada em 2002 e as imagens gravadas neste dia foram postadas no site oficial de Gibby, sendo considerado então o "clipe" oficial da música.
O que Barry disse sobre a gravação:
Michael Jackson e eu éramos queridos amigos, isso é simplesmente o que era. Nós gravitava-mos em direção ao mesmo tipo de música e nós amamos colaborar, ele era a pessoa mais fácil com quem se podia escrever. Quanto mais nós nos conhecíamos um ao outro, mais essas ideias entrelaçadas e tudo vinham a esta canção “All in Your Name”.
“All in Your Name” é de fato a mensagem que Michael queria mandar a todos os seus fãs em todo o mundo, que ele fez tudo isso para eles e por puro amor à música. Espero e rezo para que todos nós consigamos ouvi-la na sua totalidade. Esta experiência vou guardar para sempre.
Gravado e filmado nos estúdios da Middle Ear em Dezembro de 2002. Todas as filmagens foram feitas por Ashley Gibb com uma câmera de 8high. Há mais de duas horas de filmagem.
Diretor: Ashley Gibb, Michael Jackson e Barry Gibb

Um resumo daVideografia - J5 & Jacksons

The Jackson Five

I Want You Back

Imagem

Single: I Want You Back (Remix)
Diretor: ?
Lançamento: 1988
Info: O videoclipe foi tomado de um episódio do desenho 'Drafted'.

Who's Lovin' You

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Álbum: An American Dream
Diretor: Karen Arthur
Lançamento: Setembro de 1992

The Jacksons


Enjoy Yourself

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Álbum: The Jacksons
Diretor: ?
Lançamento: 1976
Info: Promovido no TV Chart Show, com um clipe promocional.

Show You The Way To Go

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Álbum: The Jacksons
Diretor: Bill Davis
Lançamento: 1977
Info: O clipe promocional foi retirado da série de TV The Jacksons em 1977.

Dreamer

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Álbum: The Jacksons
Diretor: ?
Lançamento: 1977
Info: Promovido em um programa musical de TV do Reino Unido, Top Of The Pops, com um clipe promocional em Maio de 1977.

Even Though You're Gone

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Álbum: Goin' Places
Diretor: ?
Lançamento: 1978
Info: Promovido em um programa musical de TV do Reino Unido, Top Of The Pops, com um clipe promocional em 1978.

Blame It On The Boogie

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Álbum: Destiny
Diretor: Peter Conn
Lançamento: 1978

Can You Feel It

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Álbum: Triumph
Diretor: Bruce Gowers e Robert Abel
Lançamento: Abril de 1981
Prêmios: Nominação ao Gramm - Melhor Rhythm & Blues Vocal por um Duo, Grupo ou Coro

Torture

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Álbum: Victory
Diretor: Jeff Stein
Lançamento: Setembro de 1984
Info:Embora Michael cante essa música com os irmãos, ele não aparece no clipe e é substituído por um boneco de cera.

Body

Imagem

Álbum: Victory
Diretor: ?
Lançamento: Outubro de 1984
Info: Embora Michael cante essa música com os irmãos, ele não aparece no clipe.

Nothin' (That Compares 2U)

Imagem

Álbum: 2300 Jackson Street
Diretor: ?
Lançamento: Maio de 1989
Info: Michael não estava envolvido na gravação dessa música.

Art Of Madness

Imagem

Álbum: 2300 Jackson Street
Diretor: ?
Lançamento: 1989
Info: Michael não estava envolvido na gravação dessa música.

2300 Jackson Street

Imagem

Álbum: 2300 Jackson Street
Diretor: Grey Gold
Lançamento: Agosto de 1989
Info: O making of desse video foi filmado na casa de Tito.